De acordo com a revista Placar, Figueira e Vitória pouco se enfrentaram pelo campeonato brasileiro. São cinco jogos, com três vitórias baianas, um empate e uma vitória alvinegra. O reduzido número de confrontos se explica de um lado pela longa ausência do Figueira da série A, entre 1980 e 2001. Quando o Furacão voltou, em 2002, foi a vez do Vitória iniciar sua jornada rumo ao inferno, chegando a bater na série C. Os dois jogos mais importantes e positivos do confronto não ocorreram, no entanto, por Campeonato Brasileiro. Foram válidos pela segunda fase da Copa do Brasil de 2002.
No primeiro jogo, no Orlando Scarpelli, o Figueira saiu atrás no placar, tomando um gol com poucos segundos de jogo, sem sequer ter tocado na bola. Com 1 a 0 contra, o Furacão deu a saída, conseguiu um escanteio e chegou ao empate com Márcio Goiano. A partir daí, dominou o jogo e chegou à vitória por 3 a 1.
No jogo da volta, no Barradão, o Vitória saiu na frente de novo, o Figueira empatou, mas foi a vez do time baiano fazer 3 a 1, o que levaria a decisão para os pênaltis. No segundo tempo, porém, o Furacão diminuiu para 3 a 2 e isso matou os rubro-negros, que precisariam fazer 5 a 2 para se classificar. Com a equipe baiana já entregue, o Figueira chegou ao empate no final da partida.
Como já derrubou dois tabus contra o Coxa (cinco anos sem vitória e nenhuma vitória no Scarpelli) no último domingo, está na hora de trazer os três pontos pela primeira vez contra o Vitória em Salvador.
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