Terça-feira, 13 de Maio de 2008

Empate heróico

Um time que está perdendo por 5 a 2 até os 24 minutos do segundo tempo e vai buscar o empate, merece todos os elogios pela força e a superação. Um jogo como esse fica na memória. Fazer um gol aos 43 minutos, ter um pênalti a favor não marcado aos 45 e ainda buscar forças para empatar o jogo aos 47’30 é épico, heróico, inesquecível.

Isso não acontece todo dia. Foi realmente um jogo atípico. O Figueira começou tomando um gol logo de cara, se reorganizou, começou a dominar o meio-campo, mesmo sem levar muito perigo ao gol da Portuguesa.

A partir de certa altura o time começou a criar mais, mesmo com aquele meio-campo amarrado com seis jogadores, até chegar ao empate com Rodrigo Fabri. Aí, como torcedor, pensei: agora vamos virar. Nada, mais uma bobeira na defesa no fim do primeiro tempo e tomou o segundo gol.

Começou o segundo tempo e logo aos 5 minutos, a bela cobrança de falta de César Prates iguala o placar. Na frente da TV, pensei agora vamos virar esse negócio. Nada. Outro apagão defensivo. Agora mais prolongado faz o time tomar três gols em quatro minutos, dos 11 aos 15.

Confesso que, àquela altura, eu pensava mais em pelo menos diminuir a diferença. Mas aí veio o gol de Felipe Santana, a expulsão de Patrício e voltamos ao jogo. O time foi heróico outra vez, como já havia sido em Criciúma no domingo anterior. Pelas circunstâncias um ótimo resultado, mas que acende o sinal de alerta mais uma vez.

5 comentários:

Blog do Figueira disse...

dae velho, te add nos meus preferidos, me add ai nos teus

uhttp://figueirenseblog.blogspot.com/u

abraço

Dimaris disse...

Ney, esse jogo contra a Portuguesa foi de uma impotância tal, talvez os torcedores não tenham se dado conta. Tudo que aconteceu foi serviu para acionar o alerta máximo, e , pela primeira vez ouvi o Gallo dizendo em alto e bom som "temos que melhorar" "cometemos muitos erros". Agora é Brasileirão a empolgação é outra. Valeu para evidenciar, mais uma vez, nossos problemas de marcação e também, assim como nos dois jogos da final, despertar a raça de nossos jogadores. A vibração do César Prates no gol (segundo) e a de todo o time no último de empate foi algo de se tirar o chapéu. Outra coisa que observei, e gostei, foi a vibração do Gallo junto aos jogadores (que a cada gol corriam para abraçá-lo). No jogo do último domingo ganhamos mais do que um ponto. Ganhamos a consolidação do grupo enquanto EQUIPE tivemos a certeza da disposição dos atletas e do treinador em fazer um ótimo campeonato. Abraços.

Dimaris disse...

corrigindo ...
IMPORTÂNCIA

Ney Pacheco disse...

Dirce, daqui a pouco vou ter que arrumar um lugar pra ti no blog. Tás mandando bem na opinião.

Ney Pacheco disse...

Chefia, manda um e-mail para furacaofigueira@gmail.com e a gente conversa a respeito.