Sábado, 17 de Maio de 2008

Gallo no Galo

A novidade deste sábado é a possível saída do técnico Alexandre Gallo, que estaria se transferindo para o Atlético Mineiro. Financeiramente, a ida para Belo Horizonte pode ser recompensadora, mas em termos técnicos, o atual técnico do Furacão Alvinegro vai penar um bocado. Pelo que vi do Galo, o time, até agora, é equipe para brigar para não cair. E com uma torcida que pressiona muito mais e uma diretoria que mais erra do acerta e não dá ao treinador as condições e o respaldo que a direção do Figueira costuma dar. Mas nessa hora, além da grana, a ambição fala mais alto. Um bom trabalho no Atlético ainda tem muito mais repercussão do que um excelente desempenho no Figueira.

Da parte da torcida do Figueira, o certo é que a saída do Gallo não vai desagradar muita gente. O profissional nunca foi unanimidade, principalmente pelos problemas apresentados pela equipe durante o campeonato estadual. No ano passado, seu desempenho foi melhor, mas pegou um time montado, mesmo que com sérias limitações, e com um jeito definido de jogar. Acertou aqui e ali, principalmente na mentalidade, e obteve bons resultados. Já nesse ano, oscilou muito, alguns bons jogos com péssimas atuações, auxiliado pela dificuldade da diretoria do clube em suprir as carências do elenco.

Claro que a “saudade” de Gallo depende fundamentalmente do desempenho de seu substituto. O comentário é que o novo técnico seria Paulo César Gusmão. Não sei se é o nome. Ganhou o campeonato goiano com o Itumbiara, o que não deixa de ser uma proeza, mas na série A ainda não fez um bom trabalho.

2 comentários:

Edmar disse...

Ney,

Se não me engano você já comentou que o Gallo também é meio chegado numa invenção nas escalações e substituições, não?

Saudações Alvinegras.

Ney Pacheco disse...

Já comentei sim. Ele gosta de inventar. E essas invenções não funcionam bem. Se fizeres uma pesquisa no blog, vais ver que o que não falta é crítica ao Gallo.