Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Quando dói o cotovelo

É cômico ler e ouvir as estocadas e chororôs de quem não ganha nada faz tempo ou de quem está se acostumando, tal qual tigre paraguaio, a perder decisões em casa. “Vitória xoxa”, “campeonato viciado”, “regulamento esdrúxulo” e segue a ladainha.

Bem, o choro e o esperneio são livres. Deveriam ter a grandeza de respeitar a competência alheia, mas aí é pedir demais. Da parte do Furacão Alvinegro, a festa já foi feita, o chope já foi saboreado e a taça já está no armário. Temos com o que mais nos preocupar, coisa grande, de time grande: a série A do brasileiro, que começa no próximo fim de semana.

Teve time que chegou a final com umas arbitragenzinhas bem mequetrefes a seu favor, inclusive na decisão, e morreu na praia. Teve time que fez 12 jogos em casa e 10 fora, teve adversário expulso a rodo, teve conquista de turno na mão, escapou de punição no tribunal no caso da bomba e mesmo assim morreu em alto mar.

A estes só resta choramingar, de pijama e na cama, que é lugar quente.

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