Sábado, 24 de Maio de 2008

Sem terra arrasada

Foi uma noite tenebrosa, mas não há porque fazer terra arrasada por isso. É preciso qualificar o grupo, é preciso consertar o sistema defensivo, sem dúvida, mas não há porque sair por aí querendo a cabeça de todo mundo.

O jornalista Marcos Castiel, em seu ótimo blog no ClicRBS (clique aqui), pegou pesado demais. Guilherme Macuglia precisa de tempo para trabalhar. Acabou de chegar, teve pouco tempo para treinar. É muito cedo, portanto, para uma avaliação justa.

Em seu post, Castiel diz que fazia tempo que não via um banho de bola tão grande na série A. Até concordo, mas lembro que esse mesmo Figueirense deu um banho de bola parecido no ano passado. Com um time limitado, ainda curando as feridas pela perda da Copa do Brasil, o Furacão Alvinegro meteu 4 a 0 no Flamengo no Scarpelli. E só não fez mais porque, no segundo tempo, depois de fazer o quarto e o time carioca ter um jogador expulso, passou a administrar o jogo e tocar a bola de lado. E aquele mesmo Flamengo, que não viu a cor da bola no Scarpelli, arrancou depois para garantir uma vaga na Taça Libertadores.

Futebol é bom por isso. O inesperado acontece, as reviravoltas também. E cada jogo tem sua própria história. O Furacão já esteve condenado ao rebaixamento umas três ou quatro vezes desde o retorno à série A e sempre deu a volta por cima.

1 comentários:

Anônimo disse...

Pior que pegou pesado mesmo né!

Putz, massacrou o coitado e o MAcuglia mal conseguiu mexer no time ocmo queria...

Fiquei chocato, sempre tão ponderado nosso querido foi longe...

Abraço do Tainha