Wilson foi uma muralha. Fundamental no primeiro jogo, com defesas importantíssimas, foi novamente decisivo. Começou o jogo fazendo uma defesa monumental num cabeceio de Jael. Os gols que tomou não foram culpa sua. É um grande goleiro, completamente identificado com o clube e a torcida. Ainda é muito jovem. Tem apenas 23 anos. O Figueira poderia tentar um acordo com o Flamengo e trazê-lo em definitivo.
Ao ver correr lágrimas pelo rosto de César Prates durante a execução do hino nacional, antes do jogo começar, já dava para notar que o “velhinho” ia fazer de tudo para trazer o caneco para o Scarpelli. Aos 33 anos, depois de disputar e ganhar algumas das competições mais importantes do planeta, Prates ainda se emociona como uma criança ao ganhar mais um título. É um exemplo para todos os jovens jogadores do clube. E ainda jogou muito, mesmo desempenhando uma função híbrida, mezzo zagueiro, mezzo lateral.
Cleiton Xavier se afirmou como o grande capitão. Fez pelo menos uma dúzia de partidas esplendorosas, mas caiu de produção a partir da metade do segundo turno. No domingo, foi o comandante que o time precisava. Fez gol, lançou, driblou, defendeu, deu bico pra fora, pressionou o árbitro, comandou a equipe durante o jogo e na hora da festa.
1 comentários:
Realmente...
A entrega desses tr�s foi de emocionar. C�zar Prates mesmo � um dos mais que se identifica, assim como Fernandes vem se transformando em um patrim�nio alvinegro.
Abra�o do Tainha
http://colunas.globoesporte.com/diegosimao/
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