No campo das virtudes, a força ofensiva, a raça, a entrega, a superação. No terreno dos defeitos, o pandemônio e a falta de entendimento no setor defensivo.
O esquema adotado por Gallo no início do jogo também entra na lista dos defeitos. O 3-6-1 com Wellington Amorim sozinho no ataque, Makelele de volante, Diogo na ala direita e Marquinho na esquerda, já mostrou que não funciona. O time não se defendeu melhor. Tomou um gol logo aos três minutos e aí a Lusa parou de agredir por conta do esquema pega-ratão do velho Benazzi não conseguia organizar os contra-ataques.
O superpovoamento do meio-campo alvinegro até pode ter contribuído para isso, mas também ajudou o Furacão a ficar muito travado em campo, com pouca capacidade ofensiva.
A falta de opções para algumas posições tem prejudicado o trabalho de Gallo. É inegável. Por isso é preciso improvisar Prates na zaga, Diogo e Marquinho nas alas, mas se o time já mostrou que o ataque é melhor que a defesa, não há sentido em jogar com um atacante só. O técnico pode escalar mais gente na frente e ter mais qualidade para prender a bola no ataque, o que também é um meio de evitar levar gols em demasia.
Magal pode dar mais consistência ao meio campo, mas as carências são evidentes e precisam ser solucionadas.
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